Gestores internacionais começam a reduzir exposição a ativos brasileiros à medida que crescem as apostas em torno da reeleição do presidente Lula. As preocupações com a eleição começam a se infiltrar nos mercados brasileiros, levando alguns investidores a reduzir a exposição a uma das operações de carry trade mais rentáveis do ano. Na VanEck, os gestores David Austerweil e Eric Fine têm evitado apostas em renda fixa local brasileira, à espera de uma trajetória mais turbulenta até a eleição presidencial de outubro. Já Thierry Larose, da Vontobel, reduziu a posição no real, argumentando que a moeda oferece pouca proteção diante de um cenário desfavorável ao mercado. Kieran Curtis, da Aberdeen, também vem diminuindo a exposição à moeda brasileira. “Faz sentido entrar no período eleitoral com um pouco menos de risco no Brasil”, disse Curtis, chefe de dívida local de mercados emergentes da Aberdeen. Segundo ele, trata-se de “se preparar para a volatilidade, e não necessariamente seguir uma visão sobre o resultado” da eleição. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.