Presidente da autarquia nega falta de transparência e diz que explicações complexas podem constar apenas na ata. Na decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) da semana passada, quando fez um corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, para 14,25% ao ano, o BC optou por uma condução mais suave dos juros ao olhar de forma antecipada para o cenário do primeiro trimestre de 2028, o que causou ruídos no mercado financeiro, elevando o dólar. "A imprensa especializada apontou com razão que o problema foi tentar explicar demais do que falta de transparência", falou o presidente. Segundo ele, incluir o parágrafo que tentou sintetizar a decisão "pode ter sido complexo". O presidente do BC também afirmou que nenhum Banco Central do mundo tem estabelecido tendências para as futuras decisões relacionadas à taxa básica de juros (guidance). "Em momentos de maior incerteza é normal esse desejo por algum tipo daquilo que a gente chama de guidance, ou seja, por sinalizações do que o Banco Central fará no futuro, que ele possa sinalizar hoje o que ele fará no futuro", falou o presidente. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.