Bloco tenta reduzir a dependência de minerais estratégicos e discute cotas para setores como defesa. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump; o presidente da França, Emmanuel Macron; o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney; a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni; a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi; a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen; o presidente do Conselho Europeu, António Costa; o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz; o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi; o presidente da Coreia do Sul, Lee Jae Myung; o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva; o presidente do Quênia, William Ruto; e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, posam para a foto de família durante a cúpula do G7, em Évian-les-Bains, na França, em 16 de junho de 2026. REUTERS/Isabel Infantes/Pool. TPX IMAGES OF THE DAY Publicidade. Os países do G7 concordaram que nenhum país deve responder por mais de 60% das importações de terras raras do bloco até 2030, numa tentativa de reduzir a dependência em relação à China. A meta vale para terras raras e ímãs permanentes, segundo comunicado divulgado pelos líderes do grupo nesta quarta-feira, durante a cúpula em Evian, na França. Depois de 2030, o plano é reduzir ainda mais essa dependência, com o objetivo de limitar a exposição a 50% o mais rápido possível. A Bloomberg já havia antecipado o compromisso mais cedo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.