G7 encerra cúpula de Évian com adesão parcial do Brasil à documentos
Brasília ficou de fora de declarações sobre minerais críticos e crescimento econômico equilibrado. Como já vinha ocorrendo desde terça-feira (16), o Brasil voltou a aderir apenas parcialmente ao conjunto: endossou a declaração sobre menores, mas ficou de fora das duas outras. A declaração sobre minerais críticos tem como único país parceiro signatário a Austrália. O texto recomenda reduzir a dependência de um único fornecedor fora do G7 para terras raras e ímãs permanentes a menos de 60% até 2030, e cria uma "Aliança de Resiliência e Produção de Minerais Críticos" entre os membros do grupo. A ausência do Brasil —um dos maiores detentores de reservas de terras raras do mundo— segue o padrão identificado pelo governo brasileiro nos textos anteriores: a leitura em Brasília é de que o documento tem caráter extrativista e geopolítico, voltado a formar uma coalizão ocidental em torno do tema sem considerar o direito dos países produtores de agregar valor às próprias cadeias produtivas. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo