Cientistas lançam estudo na Mongólia sobre microrganismos invisíveis. A possibilidade foi apresentada pelas pesquisadoras Toby Kiers e Burenjargal Otgonsuren, que lançaram o resultado de estudos recentes, durante encontro na Embaixada da França em Ulaanbaatar, Mongólia, no contexto da 17ª Conferência das Nações Unidas sobre Combate à Desertificação (COP17). Conhecidos como fungos micorrízicos, por estabelecerem simbiose com raízes das plantas, esses organismos formam extensas redes no solo. Enquanto recebem carbono produzido pelas plantas durante a fotossíntese, ajudam-nas a obter água e nutrientes como fósforo e nitrogênio. As redes também contribuem para agregar as partículas do solo, reduzir a erosão e aumentar a resistência das plantas à seca e a outros estresses ambientais. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.