Enquanto Valdemar tenta pacificar a crise entre madrasta e enteado, interlocutores do senador avaliam que um eventual entendimento terá de passar por outra forma de acomodação. A tentativa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, de pacificar a crise entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não deve alterar o principal ponto de atrito entre os dois: a articulação política construída pelo partido no Ceará. Aliados do presidenciável afirmam que o senador não pretende rever o acordo costurado no estado para acomodar as preferências de Michelle e avaliam que um eventual entendimento terá de passar por outro caminho. Na avaliação de interlocutores da campanha, recuar agora na composição política que deu origem à crise representaria uma demonstração de fragilidade justamente depois de o conflito ganhar repercussão nacional. Reservadamente, integrantes do entorno de Flávio afirmam que voltar atrás após a divulgação do vídeo da ex-primeira-dama enfraqueceria sua autoridade para conduzir a própria pré-campanha e transmitiria ao partido a imagem de que decisões estratégicas podem ser revistas sob pressão pública. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.