Ministério de Minas e Energia nega irregularidades e diz que preceitos técnicos e legais foram seguidos. A entidade quer impedir a assinatura dos contratos, prevista para os dias 21 e 22 de maio, e pede a realização de um novo certame ainda este ano. De acordo com a federação, há suspeitas de irregularidades no leilão. "O objetivo [da ação] é evitar que compromissos de longo prazo sejam oficializados antes que as suspeitas de irregularidades sejam devidamente apuradas", afirmou em nota. "A Fiesp questiona, principalmente, o aumento repentino nos preços-teto do leilão, que subiram até 100% em apenas três dias e sem justificativa clara.". Ainda segundo a Fiesp, a capacidade contratada pode ser superior à necessária. "O custo adicional da operação, se confirmado, seria pago por todos os brasileiros nas contas de luz ao longo de 20 anos.". O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.