Aneel retira de pauta a homologação do leilão, que estava prevista para terça-feira (17). As duas entidades também se posicionaram contra o certame, que teve como vencedores grupos como a J&F, dos irmãos Batista, a Eneva, de André Esteves, e a Petrobras. Ambas elencam uma série de problemas que colocam em xeque o pregão, como uma revisão que em três dias fez dobrar o seu custo, o baixo deságio pago pelas vencedoras e o fato de que ele priorizou fontes poluentes de energia —termelétricas a gás e carvão. A CNI, inclusive, calcula que os contratos firmados no leilão de energia podem gerar custos de até R$ 800 bilhões e pede explicitamente a suspensão "dos atos de adjudicação e homologação" do leilão, as etapas que oficializam o certame, antes da assinatura dos contratos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.