FIDCs: como investir em cenário de juros altos e maior risco? Gestor da XP responde
Marcelo Urbano, da XP Asset, explica como os FDICs se tornaram uma importante via de geração de retorno no crédito estruturado – e os cuidados que o investidor precisa ter. O cenário de juros ainda em patamares elevados e os recentes casos de recuperação judicial no Brasil podem ser um desafio a mais para o investimento em crédito privado. Mas mesmo em um momento de maior risco, Marcelo Urbano, gestor de crédito privado multiestratégia da XP Asset vê oportunidades no segmento, especialmente para quem busca alocação em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FDICs). O especialista falou sobre o tema durante a edição 189 do Outliers InfoMoney, apresentado por Clara Sodré e Fabiano Cintra. A atração discutiu o mercado de crédito estruturado no Brasil – que cresce, atrai capital e exige cada vez mais sofisticação de quem opera nele. Com mais de 30 anos de experiência em crédito privado, Urbano fundou a Augme Capital em 2018 e conduziu a gestora a quase R$ 4 bilhões sob gestão antes de integrá-la à XP Asset, no ano passado. “Gestão de high yield é muito sangue e suor – e às vezes lágrimas, também”, afirma. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney