Petróleo acima de US$ 100, guerra no Oriente Médio e tarifas de Trump ressuscitam o fantasma da inflação e deixam dirigentes do banco central americano divididos. O novo presidente do Federal Reserve dos EUA, Kevin Warsh, concede uma coletiva de imprensa após uma reunião de dois dias do Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC), na sede do Federal Reserve em Washington, D.C., EUA, em 17 de junho de 2026. REUTERS/Eric Lee Publicidade. Os dirigentes do Federal Reserve chegarão à reunião de política monetária desta semana confrontando uma ressurgência das pressões inflacionárias que pode tornar a decisão sobre manter ou elevar os juros algo muito próximo do empate — e bastante controverso. A renovação das tensões no Oriente Médio fez os preços do petróleo dispararem novamente, ofuscando uma leitura mais comportada do que o esperado sobre os preços ao consumidor em junho, que parecia oferecer aos dirigentes uma folga para manter os juros estáveis. Some-se a isso um boom de demanda impulsionado pela inteligência artificial e os anúncios de novas tarifas pelo governo Trump, e os observadores do Fed veem a possibilidade de dissidências na reunião de 28 e 29 de julho caso os dirigentes optem novamente por não alterar a política monetária. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.