Michel Rubin, sócio-diretor de crédito da M8 Partners, explica por que os FDICs vieram para ficar — e os riscos que o crescimento acelerado do mercado ainda esconde. A desbancarização do crédito no Brasil segue com toda força. De um lado, investidores buscam melhores retornos na renda fixa via crédito estruturado. Do outro, tomadores de recursos buscam, através do mercado de capitais, fontes de funding alternativas aos bancos. Na edição 191 do Outliers InfoMoney, Clara Sodré e Fabiano Cintra conversam com Michel Rubin, sócio-diretor de crédito da M8 Partners, sobre os Fundos de Investimento em Direitos Creditórios — os FIDCs. Rubin tem mais de duas décadas de mercado financeiro, com experiência na estruturação e análise de fundos de investimento em direitos creditórios. Há oito anos está na M8 Partners, gestora fundada em 2013 e com mais de R$ 20 bilhões em ativos sob gestão. Segundo um levantamento da Economatica, o patrimônio líquido dos FIDCs saltou de R$ 33,9 bilhões em 2012 para R$ 612,4 bilhões em 2025 – crescimento superior a 1.700%. No ano passado foram registrados 891 novos fundos, o maior volume anual da história da indústria. Em maio de 2026, o total era de 5.231 fundos registrados. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.