Joseph Blatter criticou a Fifa após a liberação de Balogun e afirmou que o futebol não pode sofrer interferência política. O ex-presidente da Fifa, Joseph Blatter, criticou nesta segunda-feira (6) a decisão da entidade de suspender a punição automática aplicada ao atacante americano Folarin Balogun, liberando o jogador para atuar contra a Bélgica nas oitavas de final da Copa do Mundo. Em publicação nas redes sociais, o dirigente afirmou que “cartões vermelhos não são anulados por telefonemas políticos” e disse que o futebol “jamais deve se tornar um campo de batalha para o poder político”. A declaração amplia a crise em torno de uma das decisões mais controversas do Mundial. A suspensão de Balogun foi revertida poucas horas depois de surgirem relatos de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir uma revisão do caso. Trump posteriormente confirmou o contato e comemorou publicamente a decisão da entidade. Segundo o ex-dirigente, se um presidente intervém junto ao comando da Fifa e um jogador é liberado às vésperas de uma partida eliminatória, surge um questionamento inevitável sobre a independência das decisões da entidade. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.