EUA respondem por parte significativa das importações de bens com risco de trabalho
Estudo mostra que país teve peso de 23% nas compras desses produtos em 2021, ante 13% nas importações totais. Em 2021, o país teve um peso de 23% nas compras desses bens apesar de representar 13% das importações totais, aponta o estudo, que faz a ressalva de que a situação pode ter mudado nos últimos anos. O levantamento foi encomendado pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) dos EUA. Para mensurar a exposição do mercado americano ao trabalho escravo, os pesquisadores utilizaram o conceito de "bens de risco" com base em dados do ILAB (Bureau of International Labor Affairs), vinculado ao Departamento do Trabalho dos EUA. O órgão inclui um produto no grupo quando há a probabilidade de ele ter sido produzido através de trabalho forçado. O governo Donald Trump anunciou nesta quinta-feira (23) a imposição, a partir desta sexta-feira (24), de uma nova tarifa de 12,5% sobre importações brasileiras em uma investigação sobre o suposto uso de trabalho forçado. A sobretaxa deve se somar aos 25% que entraram em vigor na quarta (22). No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo