EUA barram árbitro e torcedores, interrogam jogadores e restringem acesso às vésperas
Agentes da imigração impedem entrada de juiz somali e interrogam atacante iraquiano por sete horas. A Fifa (Federação Internacional de Futebol ), organizadora do evento, evita se pronunciar sobre o tema e afirma não se envolver nos processos de imigração dos países-sede. O Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA e o Departamento de Segurança Interna alegam que as decisões são tomadas caso a caso. Até agora, os principais atingidos são pessoas ligadas às seleções de Irã, Iraque e Uzbequistão, além de um árbitro da Somália. Alguns desses países figuram entre os alvos das restrições migratórias adotadas pelo governo Trump. Nesta terça-feira (9), a FFIRI (Federação de Futebol do Irã) disse ter tido sua cota de ingressos revogada poucos dias antes do início da Copa do Mundo. A decisão deixa torcedores iranianos que já haviam feito planos de viagem sem a possibilidade de assistir aos jogos da seleção. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo