Pesquisa afirma que maior autonomia na produção eleva custos e alimenta inflação. A consultoria EY-Parthenon calculou que replicar a infraestrutura, a pesquisa, os softwares, a manufatura e as cadeias de suprimentos atualmente dependentes da China custaria aos Estados Unidos US$ 13,7 trilhões (R$ 70,51 trilhões). Para a zona do euro o valor ficaria em US$ 9,1 trilhões (R$ 46,83 trilhões) e para o Reino Unido US$ 800 bilhões (R$ 4,12 trilhões) até 2050. Com um investimento anual de US$ 550 bilhões (R$ 2,83 trilhões), o valor necessário do governo e de empresas estadunidenses para se desvincular da China equivale aproximadamente aos US$ 600 bilhões (R$ 3,09 trilhões) investidos pelas grandes empresas de tecnologia americanas em centros de dados em 2025. Para a União Europeia, o gasto necessário representaria quase o dobro do orçamento anual, afirmou a EY-Parthenon. O investimento necessário para replicar os recursos e materiais chineses dos quais as economias avançadas atualmente dependem evidencia a dimensão do desafio enfrentado pelos governos ocidentais na tentativa de redução do domínio chinês sobre cadeias estratégicas de suprimentos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.