Órgão que assessora bancos centrais diz que retornos fracos podem desencadear forte retração no financiamento do setor de tecnologia. A organização, sediada em Basileia, que assessora os bancos centrais do mundo, afirmou que a perspectiva de retornos piores do que o esperado no setor de tecnologia pode levar os investidores a restringir rapidamente o financiamento de empresas de IA, em um momento em que se espera que os cinco maiores "hiperescaladores" invistam mais de US$ 1 trilhão (R$ 5,2 trilhões) de 2025 até o final de 2026. "A concepção com os retornos pode desencadear uma retração repentina no financiamento e transformar o boom de despesas de capital em uma prolongada crise de investimentos, com efeitos potenciais em cascata sobre as condições financeiras", afirmou o BIS em seu relatório econômico anual divulgado neste domingo (28), ao detalhar os riscos da "exuberância atual em relação à IA". O alerta surge em meio a crescentes preocupações com a escala de emissão de ações e dívida que impulsiona a revolução da IA e a turbulência que isso está criando nos mercados globais. Grupos de tecnologia inundaram o mercado de crédito global, captando centenas de bilhões de dólares para financiar projetos de IA, aproveitando-se de spreads de crédito corporativo próximos aos seus níveis mais baixos neste século. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.