Entenda as falhas apontadas pelo Ministério Público em investigação sobre morte do cão
Polícia disse ter concluído inquérito; comentários sobre o arquivamento cabem à Promotoria, afirmou a corporação catarinense. O órgão diz que, após analisar quase dois mil arquivos digitais, não há elementos que sustentem a acusação de maus-tratos e que a morte do cão está associada a uma doença óssea grave preexistente. A Polícia Civil informou, em nota divulgada na terça-feira, que já concluiu as investigações sobre o caso e encaminhou os autos ao Ministério Público. Segundo o órgão, eventuais manifestações sobre o pedido de arquivamento cabem exclusivamente à Promotoria. O Ministério Público afirma que a investigação do caso utilizou imagens de câmeras do condomínio e do sistema de câmeras públicas municipal Bem-Te-Vi sem considerar que os relógios do condomínio estavam dessincronizados em cerca de 30 minutos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo