Jogada ocorreu no segundo tempo, quando a partida ainda estava empatada por 0 a 0. Faghani manteve a decisão de campo e não marcou a penalidade. A revisão, porém, gerou dúvidas porque foi sinalizada como uma possível análise de pênalti. Ao anunciar a decisão final, no entanto, o árbitro indicou apenas que a bola havia saído pela linha de fundo após o último toque de Mbappé e reiniciou a partida com tiro de meta para Senegal. Ex-árbitro Fifa e atual assessor de arbitragem do Cruzeiro, Leonardo Gaciba afirmou que o protocolo atual permite a revisão tanto para um possível pênalti quanto para a correção de uma decisão factual relacionada à saída da bola. "Como houve contato entre os jogadores, ele pode ter chamado para avaliar se era faltoso ou não. Ao final, o árbitro considerou que o contato não foi suficiente para derrubar o atacante e voltou com a decisão de tiro de meta", disse. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.