Ministro afirma que governo deve dar crédito para ajudar companhias a se ajustarem e concorrerem com mercado internacional. Segundo Marinho, o fim da alíquota não deve trazer impacto na geração de empregos, mas as companhias devem se adaptar e diminuir despesas para concorrer em um patamar internacional. "O que nós precisamos é que as empresas de fato façam ajustes do ponto de vista de tecnologia para poder competir no mercado global. Temos que, portanto, trabalhar o processo de redução de custos dos nossos produtos para poder competir igualmente", disse. O ministro afirmou ainda que o governo precisa investir e criar crédito a fim de dar as condições para que os negócios, sobretudo os pequenos, possam diminuir os gastos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.