Empresa de R$ 22 milhões lança plataforma para impedir ataques hackers
Sofist fatura R$ 22 milhões ao ano, lança a plataforma que antecipa falhas de segurança e quer transformar uma nova frente de negócios em 30% da receita nos próximos 12 meses. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Negócios NEGÓCIOS EM EXPANSÃO STARTUPS FRANQUIAS NOSTALGIA CRIS ARCANGELI Home Negócios Empresa de R$ 22 milhões lança plataforma para impedir ataques hackers Sofist fatura R$ 22 milhões ao ano, lança a plataforma que antecipa falhas de segurança e quer transformar uma nova frente de negócios em 30% da receita nos próximos 12 meses Bruno Abreu, cofundador e CTO da Sofist: 'Prevenir um incidente custa menos do que reagir a ele'. O avanço da inteligência artificial acelerou o desenvolvimento de software. Ao mesmo tempo, ampliou o número de vulnerabilidades que podem passar despercebidas até se tornarem um incidente. É nesse cenário que a Sofist, empresa fundada em Campinas em 2008 e especializada em qualidade de software, decidiu reposicionar parte do negócio. A companhia, que faturou R$ 22 milhões em 2024, lançou uma plataforma voltada para segurança preemptiva, metodologia que busca identificar falhas em APIs, interfaces que conectam sistemas, antes que elas sejam exploradas em ataques cibernéticos. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Exame