Empresa prevê cerca de 600 entregas no continente africano nos próximos 20 anos. Rodrigo Silva e Souza, vice-presidente de marketing para aviação comercial da Embraer, diz que, desde o início do conflito, as companhias aéreas da América do Norte estão adicionando mais capacidade regional do que capacidade principal (aviões maiores que voam distâncias mais longas) —reflexo das variações na demanda dos passageiros. O cenário é favorável à Embraer, que produz aviões comerciais voltados para a aviação regional. "É por isso que é importante ter aeronaves de diferentes tamanhos na frota. O E175 ajuda as companhias aéreas a manterem suas malhas de rotas mesmo em um ambiente desafiador como o que estamos vivendo hoje", disse. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.