Embraer (EMBJ3) corta preço-alvo, mas tem compra no JPMorgan; veja catalisadores
O valuation continua considerado atrativo: o novo preço-alvo embute cerca de 33% de potencial de alta frente às cotações atuais. Ativos mencionados na matéria Um avião adorna o telhado da sede e fábrica de aeronaves da Embraer em São José dos Campos, Brasil, 16 de julho de 2025. REUTERS/Roosevelt Cassio/Foto de arquivo Publicidade. O JPMorgan reduziu o preço-alvo das ações da Embraer ( EMBJ3 ), mas manteve recomendação equivalente à compra (desempenho acima da média do mercado, equivalente à compra) para o papel, apostando que a fabricante brasileira ainda tem espaço relevante de valorização, apoiada em margens em expansão, carteira de pedidos robusta e no potencial de sua subsidiária de mobilidade aérea urbana, a EVE. Após os resultados do primeiro trimestre de 2026, que fizeram com que as ações tivessem uma sessão de forte baixa, o banco ajustou suas projeções de lucro operacional e revisou para baixo o preço-alvo de dezembro de 2026 de Embraer: de US$ 84 para US$ 80 por ADR (recibo de ações negociado na Bolsa de Nova York), e de R$ 109 para R$ 98 por ação na B3. Mesmo assim, o valuation continua considerado atrativo: o novo preço-alvo embute cerca de 33% de potencial de alta frente às cotações atuais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney