A indústria de games no Brasil está em uma fase de amadurecimento. Pode não demorar muito para que possamos ver ainda mais jogos grandes, n. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Reprodução/DALL-E A indústria de games no Brasil está em uma fase de amadurecimento. Pode não demorar muito para que possamos ver ainda mais jogos grandes, no nível de Hollow Knight: Silksong ou Clair Obscur: Expedition 33. O que muitos não sabem é que já temos desenvolvedoras brasileiras envolvidas em grandes produções AAA por meio do outsourcing. Em seus primeiros anos de mercado, muitos devs apostam em produções para dispositivos móveis ou oferecem serviços de game design, animação, entre outros, para estúdios externos. Isso é o que chamamos de outsourcing, co-development, external development ou terceirização. Essa tática serve principalmente para que esses estúdios consigam arrecadar fundos para investir em suas próprias produções. É neste cenário que temos exemplos como a Kokku, desenvolvedora do Recife que contribuiu com produções como Horizon Forbidden West e Call of Duty. Sabemos que o outsourcing já é tendência no mercado global, e o cenário não é tão distante do que vemos aqui no Brasil. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.