Há 15 dias, senador dizia que governo Lula (PT) havia acabado e agora se vê na defensiva. Enquanto comemoravam a consolidação do filho de Jair Bolsonaro nas pesquisas entre dezembro e março, seus aliados ponderavam que a campanha não estava exposta, ainda, à artilharia mais pesada da esquerda e havia conseguido desviar de desgastes. Portanto, não tinha sido devidamente testada —até aqui. Em 29 de abril, quando a indicação de Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) foi rejeitada, Flávio afirmou que o governo Lula havia acabado. Dias antes da exposição das conversas entre o presidenciável e Daniel Vorcaro, o senador pregava em suas redes que "o Banco Master é do Lula", dizeres que estampavam sua camiseta em um comício em Florianópolis. Mas a disputa se reequilibrou rápido, afirmam integrantes do centrão. No último dia 7, a equipe de Flávio teve que responder à operação da Polícia Federal motivada pela suspeita de que um dos principais aliados do pré-candidato, o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), recebeu R$ 300 mil mensais do Master, o que ele nega. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.