Jogadores ameaçam boicotar partidas de exibição antes do US Open como forma de protesto. Os dirigentes da USTA (Associação de Tênis dos Estados Unidos ) trabalham para evitar o que poderia se tornar um boicote parcial constrangedor a um evento para o qual já venderam milhares de ingressos de alto valor. Até o momento, os esforços não foram suficientes para satisfazer o grupo de jogadores, segundo pessoas a para das negociações que falaram sob condição de anonimato para discutir livremente um assunto delicado. Em 4 de julho, em Londres, líderes do grupo —incluindo Jessica Pegula— reuniram-se com Brian Vahaly, presidente da USTA (entidade proprietária e organizadora do US Open), e Eric Butorac, o novo diretor do torneio. O objetivo foi discutir as reivindicações dos jogadores por uma fatia maior das receitas do torneio destinada à premiação, bem como maior participação nas decisões sobre a programação e as operações do evento. Outros nomes do grupo incluem Coco Gauff, Aryna Sabalenka, Ben Shelton e Elena Rybakina. Segundo duas pessoas informadas sobre essas discussões —incluindo um porta-voz da USTA que confirmou detalhes da reunião—, ambos os lados saíram com a sensação de que houve progresso. No entanto, as medidas da USTA não foram suficientes para que os principais jogadores desistissem da ameaça de não disputar o torneio de duplas mistas e as partidas de exibição beneficentes, organizadas pela USTA durante a semana de intensa movimentação que antecede a chave principal, no Billie Jean King National Tennis Center, em Nova York. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.