Fabricantes afirmam ter capacidade produtiva, mas reconhecem dificuldade com mão de obra. O aquecimento do mercado imobiliário revelou um novo gargalo na construção civil. A pressão sobre a cadeia dos elevadores não aparece apenas na fabricação dos equipamentos, mas também na capacidade de instalá-los, mantê-los e colocá-los de volta em operação rapidamente quando falham. Isso porque a mesma cadeia que abastece os lançamentos imobiliários também precisa manter funcionando os milhões de equipamentos espalhados pelo país. O desafio para atender à demanda não está em falta de peças, mas no apagão de mão de obra qualificada. Em São Paulo, onde o mercado imobiliário mantém ritmo elevado de lançamentos, incorporadoras relatam que o elevador deixou de ser apenas um item da obra. Agora, virou uma das primeiras decisões do cronograma. Segundo a Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), incorporadores passaram a encomendar o equipamento antes mesmo do início do canteiro, aproximadamente 18 meses antes da conclusão da estrutura, para evitar que a instalação atrase a entrega das chaves. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.