Durigan rebate EUA sobre Pix e espera que tarifas não fiquem de pé
Ministro afirma que argumentos dos EUA contra o Brasil carecem de base técnica e defende abertura do sistema de pagamentos. Ministro da Fazenda, Dario Durigan, em entrevista à Reuters em Pequim, China, 25 de junho de 2026. REUTERS/Maxim Shemetov Publicidade. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, rebateu os argumentos do Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) para recomendar a aplicação de novas tarifas ao Brasil. Em relatório preliminar divulgado em 1º de junho, o USTR acusou o país de adotar práticas ilegais em áreas como comércio digital, serviços de pagamento eletrônico — como o Pix —, tarifas preferenciais, proteção da propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais, como o desmatamento ilegal. “São argumentos em relação aos quais o Brasil tem razão. Então, espero que prevaleçam a racionalidade e o argumento técnico, e que essas tarifas não sejam mantidas contra o Brasil”, afirmou o ministro, em entrevista concedida na manhã desta quinta-feira ao portal g1. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney