Na avaliação do ministro da Fazenda, governo deve registrar superávits primários entre 2028 e 2029, até a dívida pública começar a cair em 2030. O ministro da Fazenda do Brasil, Dario Durigan, acompanha reunião ministerial após o governo Trump propor uma nova tarifa punitiva de 25% sobre muitas importações brasileiras, no Palácio do Planalto, em Brasília, Brasil, em 3 de junho de 2026. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, reforçou nesta quinta-feira (23) que o governo segue comprometido com o ajuste fiscal e que a estabilização da relação da dívida pública com o Produto Interno Bruto (PIB) é a “última milha” desse debate. “Tem uma última milha a ser buscada, que vai exigir que a gente siga consolidando o fiscal, cortando gasto desnecessário, fazendo com que o gasto público seja eficiente, e recompondo a base tributária”, disse Durigan. Ele também acrescentou que o governo deve passar a registrar superávits primários entre 2028 e 2029, até a dívida pública começar a cair a partir de 2030. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.