Tema tem disputado a atenção com pautas consideradas mais imediatas, sobretudo a transição da reforma tributária. Às vésperas das primeiras operações oficiais em ambiente controlado, a duplicata escritural ainda mantém posição secundária na lista de prioridades de boa parte das empresas. A criação do novo balcão promete alavancar um instrumento que movimenta cerca de R$ 10 trilhões todo ano, segundo estimativas da indústria, e exerce função central no mercado de antecipação de recebíveis. Ainda assim, uma parcela relevante do setor produtivo engatinha na preparação dos sistemas para o novo modelo. Segundo relatos de múltiplas pessoas que acompanham o processo, o tema tem disputado a atenção com pautas consideradas mais imediatas, sobretudo a transição da reforma tributária. O resultado disso é um cenário de incertezas e desconhecimento ao longo da cadeia. Em uma pesquisa conduzida pela fintech Monkey, metade dos fornecedores consultados disse nunca ter ouvido falar em duplicata escritural e apenas 15,4% responderam que “conhecem bem” o assunto. Mesmo entre os participantes cientes da ferramenta, a maioria esmagadora não sabe os prazos regulatórios. Ao mesmo tempo, mais de 70% afirmaram que não conseguem visualizar o que a digitalização mudará na prática. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.