Presidente americano usa ameaças para forçar ilha a abrir sua economia enquanto as reservas do país se esgotam. Mesmo com o conflito no Irã em andamento, os Estados Unidos mobilizam um arsenal de instrumentos —sanções, indiciamentos e promessas de ajuda— para ditar o ritmo das negociações nas próximas semanas. Em uma visita surpresa à ilha na quinta-feira (14), o diretor da CIA, John Ratcliffe, transmitiu a mensagem de que Cuba tinha uma "rara chance de estabilizar sua economia em colapso", segundo um funcionário dos Estados Unidos. Também houve uma ameaça implícita de que os EUA poderiam recorrer ao tipo de ação militar que usaram na Venezuela em janeiro, quando Nicolás Maduro foi capturado e levado para o território americano, onde aguarda julgamento. O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.