Onde o mundo guarda seu ouro – e por que isso virou questão de poder
Com mais compras de ouro por emergentes, bancos centrais reabrem o debate sobre manter reservas em cofres de Nova York e Londres ou repatriá-las para ganhar autonomia. Uma bolsa de negociação de ouro em Nova York, em 16 de outubro de 2025. À medida que bancos centrais compram mais ouro, a escolha de onde guardar todo esse metal pesado torna-se uma questão cada vez mais importante. (Ashley Gilbertson/The New York Times) Publicidade. LONDRES — A crescente popularidade do ouro criou uma tensão para os países que compram mais do metal como proteção contra riscos globais: sua utilidade depende de onde ele é armazenado. Dois dos maiores depósitos de ouro ficam em Nova York e em Londres, onde o Federal Reserve Bank of New York e o Banco da Inglaterra mantêm reservas para bancos centrais estrangeiros e outras instituições. As duas cidades são os maiores centros de negociação de ouro do mundo e têm um histórico de armazenamento seguro e confiável que remonta a mais de um século. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney