Mulher de 69 anos foi encontrada em condições classificadas pelo Ministério Público como análogas à escravidão. A justificativa dos empregadores foi de que a mulher era parte da família e não trabalhava, apenas ajudava. Eles assinaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) que prevê pagamento de aproximadamente R$ 645 mil à mulher. O valor se refere a R$ 500 mil de indenização que os empregadores se comprometeram a repassar, sendo R$ 60 mil pagos imediatamente e o restante em 60 parcelas de R$ 5.239,65 por mês. O cálculo também inclui o recolhimento dos depósitos de FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) de 2015 a 2026. Além da indenização, foi determinado pagamento de pensão vitalícia equivalente a 75% do salário mínimo. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.