Advogados contestam dados de antenas de celular e coleta de material genético usados para apontar autoria dos réus. A defesa diz ter provas de que nenhum dos três PMs estava no aeroporto no momento do ataque. A origem das novas provas é a mesma usada pela Promotoria para colocar os policiais na cena do crime: os dados coletados por antenas de telefonia. Os advogados também contestam exames de material genético e outros elementos periciais usados para apontá-los como os autores do ataque. Um dos principais julgamentos do caso Gritzbach começou nesta segunda-feira (22). O trio de PMs é apontado como atiradores e motorista do carro usado no atentado. Três outros réus apontados como mandantes e olheiro do ataque estão foragidos. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.