O inquérito reconheceu que o ex-presidente possuía registro válido da arma de fogo e que não havia restrições conhecidas que impedissem sua guarda regular na residência. O ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro chega em casa para começar a cumprir prisão domiciliar, após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, depois de ter sido condenado pela maioria dos ministros da Corte por tramar um golpe para permanecer no poder após perder a eleição de 2022, em Brasília, Brasil, em 27 de março de 2026. REUTERS/Adriano Machado Publicidade. A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afaste qualquer falta grave no episódio da arma do ex-presidente apreendida em blitz. O documento anexado aos autos nesta quinta-feira, 2, pede a manutenção da prisão domiciliar. Como argumento, os advogados citam parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) de quarta-feira, 1. O texto da defesa foi protocolado em resposta a despacho de Moraes, que havia determinado a manifestação das partes sobre o relatório final do inquérito policial que apura o caso, conduzido pela 17ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.