Debate sobre classificação de redes sociais ganha força no Brasil
Especialistas da USP defendem nova classificação do YouTube e pedem ampliação das regras para outras plataformas digitais. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Internet e Redes Sociais Debate sobre classificação de redes sociais ganha força no Brasil Especialistas da USP defendem nova classificação do YouTube e pedem ampliação das regras para outras plataformas digitais Ana Luiza Figueiredo 13/05/2026 16:19 Adolescentes no celular - Imagem: AYO Production / Shutterstock Compartilhe: A decisão do Ministério da Justiça e Segurança Pública de elevar de 14 para 16 anos a classificação indicativa do YouTube continua repercutindo entre especialistas e pesquisadores ligados à proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital. Para profissionais da Universidade de São Paulo (USP), a medida representa um avanço no debate sobre exposição de menores a conteúdos considerados sensíveis nas plataformas online. O tema ganhou força após a mudança ser incorporada ao debate do chamado ECA Digital, conjunto de propostas voltadas à atualização das regras de proteção infantil na internet. Especialistas ouvidos pelo Jornal da USP defendem que a revisão da classificação indicativa não fique restrita ao YouTube e alcance também outras plataformas digitais populares entre jovens. O educador Daniel Cara, especialista em políticas educacionais, afirmou que a nova classificação funciona principalmente como um aviso para responsáveis e para a sociedade sobre os conteúdos presentes nas plataformas. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital