Estratégia política e acendeu o alerta no gabinete do ministro André Mendonça, relator da apuração no Supremo Tribunal Federal. A tentativa de alvos do caso Master de apresentar a investigação como a “nova Lava-Jato” se transformou em estratégia política e acendeu o alerta no gabinete do ministro André Mendonça, relator da apuração no Supremo Tribunal Federal (STF), na Procuradoria-Geral da República (PGR) e na Polícia Federal (PF). A avaliação de autoridades é que a tática segue o modus operandi não só visto na Lava-Jato, mas em outras operações que enfrentaram derrotas na Justiça, como a Operação Castelo de Areia, que mirou a relação de políticos com empreiteiras e foi anulada nos tribunais. Diante da experiência prévia, o gabinete de Mendonça adotou medidas para evitar eventuais alegações de nulidades, caminho frequentemente usado para contestar investigações. Entre elas estão a compartimentação dos eixos da investigação e restrições de acesso à totalidade do inquérito, justamente com o objetivo de impedir vazamentos — o relator, inclusive, já abriu apuração específica sobre o tema. A preocupação em impedir questionamentos também foi externada pela PF e pela PGR. Na sexta-feira, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, afirmou que há uma “grande preocupação” em evitar a anulação de provas no caso Master. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.