Lateral cita França como exemplo de seleção com trabalho adiantado, mais pronta para encarar adversidades. "Nós temos que ser claros", afirmou, logo em sua primeira resposta. "A não criação de uma identidade, com trocas constantes, influencia. Se você tem um plano, uma coisa construída, coesa, quando a situação fica difícil, você se agarra naquilo. Isso a gente não construiu, é algo claro e óbvio.". O defensor de 34 anos se referia ao ciclo conturbado da seleção, que teve presidente afastado e troca no comando da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) no ano passado. Carlo Ancelotti é o quarto treinador da equipe desde a última Copa do Mundo e está há pouco mais de um ano no cargo. "Eu já tinha falado isso depois do amistoso contra a França. Nós não temos a maturidade, como equipe, que a França tem hoje. Não temos. O que não quer dizer que não possamos fazer um bom papel, ganhar, chegar longe", afirmou, referindo-se inicialmente à derrota por 2 a 1 no amistoso realizado em março. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.