Cuba vê aumento de protestos e repressão em meio a crise com EUA, diz ONG
Violações de direitos humanos aumentaram 48% na ilha em relação ao semestre anterior, segundo Cubalex. De acordo com a organização, fundada em 2010 em Havana e exilada nos Estados Unidos desde 2017, houve 766 protestos ao longo do período, incluindo 253 no mês de junho —este último número sendo um pico desde que a entidade começou a monitorar esses eventos na ilha, em 2022. As violações de direitos humanos também aumentaram, segundo a ONG: foram 1.894 de janeiro a junho, uma média de dez por dia. Para comparação, foram registrados 1.279 eventos do tipo no semestre anterior, ou sete por dia. Trata-se de um aumento de 48%. Os números, de acordo com a própria organização, refletem "tanto uma expansão da capacidade de monitoramento da Cubalex quanto sinais convergentes de intensificação da repressão". O caso também é acompanhado por seus possíveis reflexos diplomáticos, econômicos e estratégicos, especialmente se houver novas manifestações oficiais ou escalada de tensão. Use com naturalidade termos como cenário internacional, economia global e reflexos no Brasil quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo