Países de maioria muçulmana e com histórico de homofobia impediram a entrada de navio com 1.900 passageiros. O navio Scarlet Lady, fretado pela Atlantis Events —uma empresa de turismo LGBTQIA+ —, estava programado para parar no dia 7 de julho em Kusadasi, cidade turística na costa do mar Egeu, na Turquia. No entanto, quando se preparava para zarpar de Atenas, a embarcação foi informada de que não poderia atracar, disse Rich Campbell, presidente da empresa. Como alternativa, o cruzeiro obteve aprovação para atracar no Egito em 9 de julho, afirmou ele —mas também teve a entrada negada, quando estava a apenas quatro horas do porto de Alexandria. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.