O mercado brasileiro de crédito privado começa a aparecer no radar de investidores estrangeiros, diz Eduardo Alhadeff, sócio da Ibiuna. O mercado brasileiro de crédito privado começa a aparecer no radar de investidores estrangeiros. Enquanto as bolsas americanas oferecem retornos cada vez mais comprimidos e o crédito privado nos Estados Unidos sofre com a falta de liquidez, gestores internacionais passaram a bater à porta do Brasil em busca de alternativas. Quem está de olho nesse movimento é Eduardo Alhadeff, sócio e gestor da estratégia de crédito da Ibiuna Investimentos — e ele tem boas razões para enxergar nessa entrada uma mudança de jogo. Alhadeff descreveu dois episódios recentes que ilustram esse interesse crescente. No primeiro, um investidor americano especializado em crédito imobiliário estruturado, após percorrer os Estados Unidos e o México, pediu indicações para entrar no Brasil. No segundo, um grande fundo internacional com excesso de capital encontrou um impasse: a bolsa americana estava saturada demais para gerar retorno diferenciado, e o crédito privado lá fora era ilíquido em excesso. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.