Copasa diz que não define termos da privatização e mudanças partiram do Estado de MG
Operação envolve exclusivamente ações detidas pelo Estado de Minas Gerais. A Copasa ( CSMG3 ) esclareceu à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que não tem poder de decisão sobre os termos da oferta pública de ações ligada ao processo de desestatização da companhia, já que a operação envolve exclusivamente ações detidas pelo Estado de Minas Gerais. A estatal afirmou que atua apenas em regime de cooperação e que divulgou tempestivamente todas as informações recebidas do governo mineiro sobre mudanças na oferta. Entre as alterações anunciadas estão a redução da quantidade máxima de ações adicionais e a definição do preço mínimo da oferta em R$ 47,23 por ação. O comunicado foi divulgado após notícias de que Aegea e Equatorial Energia teriam apresentado propostas abaixo do piso estipulado para a privatização da companhia. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: InfoMoney