Retrospecto de 2014 a 2022 mostra que Selic e crédito, não Copa ou eleição, decidem o mercado imobiliário. Veja o que esperar para 2026. 06/07/2026 07:00 Leitura: 14 Minutos Compartilhar Compartilhar Veja o resumo da noticia. Mais do que eleições ou Copa, crédito e juros é quem dão o tom no mercado imobiliário - Imagem: sommart/iStock Todo ano de Copa do Mundo e eleição presidencial desperta a mesma dúvida entre quem compra e quem vende imóveis: vale a pena fechar negócio agora ou esperar o resultado das urnas? A teoria é conhecida. Com o país dividido entre campanha política e futebol, o mercado pisaria no freio até a poeira baixar. Será mesmo essa a lógica do setor?. Uma análise dos três últimos ciclos em que Copa e eleição presidencial coincidiram revela que a resposta está longe de ser simples. Em alguns anos, o mercado perdeu força. Em outros, acelerou. Houve períodos de expansão, retração e recuperação, mesmo com os mesmos “ingredientes” no calendário. O que explica essas diferenças? E como podemos comparar 2026, ano em que as atenções do país se dividem entre a Copa, disputada nos Estados Unidos, e a eleição presidencial de outubro, com os demais ciclos?. No mercado imobiliário, notícias desse tipo podem alterar percepção de risco, velocidade de decisão e apetite por investimento em ativos reais. Use com naturalidade termos como mercado imobiliário, valorização, imóveis, investimento imobiliário, litoral norte de SC e Balneário Camboriú quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.