Defensores dos direitos dos animais criticam modelo e a falta de regras para bem-estar animal; empresas afirmam seguir padrões técnicos. Search Socioambiental Confinamento de bois avança sem regras claras e riscos ao bem-estar animal Modelo já responde por 20% dos abates e avança em meio a casos de contaminação de rios e à flexibilização do licenciamento ambiental; defensores dos direitos dos animais criticam modelo e a falta de regras para bem-estar animal Por Jeniffer Mendonça | Edição Diego Junqueira 08/06/2026 11:14 + O CONFINAMENTO BOVINO — sistema em que animais permanecem fechados por até quatro meses em currais, completamente dependentes do ser humano para comer e beber água — cresce no Brasil a um ritmo mais acelerado do que a expansão da pecuária. Ativistas, no entanto, criticam o modelo por não garantir o bem-estar animal. Além disso, especialistas apontam que a recente flexibilização da legislação ambiental aprovada pelo Congresso Nacional abre brechas para impactos como a contaminação de rios. Respondendo por um a cada cinco bovinos abatidos no Brasil, o confinamento aumentou 148% em 20 anos, de acordo com a Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes), passando de 3,5 milhões de cabeças em 2004, para 8,8 milhões em 2024. No mesmo período, o rebanho nacional cresceu 11%, chegando a 194 milhões de animais. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.