Como era a vida das mulheres samurais no Japão?
Mulheres samurais existiram na classe guerreira japonesa e, embora menos conhecidas, muitas foram treinadas para combate e defesa do lar. Ela viveu na ilha de Ōmishima no século 16 e seria a dona de uma armadura adaptada à anatomia feminina preservada no santuário de Ōyamazumi. Mas essa não é a única prova histórica da existência das mulheres samurais. Em 1989, o pesquisador japonês Takashi Suzuki publicou um estudo sobre restos mortais encontrados na cidade de Numazu, no centro do Japão. Como todos os corpos eram de adultos, a maioria jovens, ele deduziu que eles eram guerreiros de um conflito que rolou nessa região em 1580, durante o Período Sengoku. E um terço desses crânios pertencia a mulheres. Segundo Thomas D. Conlan, professor americano de história medieval japonesa na Universidade de Princeton, "isso indica que mulheres em idade de combate lutaram e morreram em batalhas do século 16". Mas nem todo mundo concorda com ele. Outro professor americano, Karl Friday, da Universidade da Geórgia, sugere que nem todos os restos são de guerreiros, que parte deles pode ser de civis. Mesmo que o autor do estudo tenha escrito explicitamente que não havia corpos de crianças nem de idosos. E que os crânios tinham buracos que pareciam ter sido causados por armas de fogo, flechas e lanças durante a batalha. Seja como for, esses são apenas alguns exemplos de mulheres samurais que tiveram que defender bem mais que o próprio lar – muitas vezes, tendo que lidar com a dupla jornada de trabalho. Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas ( conheça aqui ). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na Apple Store ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!. Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo