Como Brasil e mais cinco países tentam rastrear cripto do crime organizado
Estratégias incluem análise de blockchain, softwares forenses e apreensão de dispositivos usados para rastrear fluxos financeiros. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Mundo Guia de Mundo EUROPA GUERRA NA UCRÂNIA CONFLITO EM GAZA ARGENTINA ELEIÇÕES NOS EUA Home Mundo Como Brasil e mais cinco países tentam rastrear cripto do crime organizado Estratégias incluem análise de blockchain, softwares forenses e apreensão de dispositivos usados para rastrear fluxos financeiros Estela Marconi Repórter. Priorizar nos meus resultados Google O uso de criptoativos para movimentar dinheiro do crime organizado levou policiais de seis países a discutir novas formas de rastrear e apreender esses recursos em um encontro realizado nesta semana em Santiago, no Chile. O evento reuniu agentes de Brasil, Estados Unidos, Austrália, Espanha, Estônia e Coreia do Sul, além de especialistas chilenos e representantes das Forças Armadas. A Polícia de Investigações do Chile (PDI) colocou no centro das discussões o rastreamento de ativos digitais. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Exame