Como a Natalia Beauty quer transformar um salão de R$ 23 milhões numa máquina de escala
No Choque de Gestão, empresária apontou falhas em CRM, treinamento e experiência digital da rede que já soma 13 unidades e R$ 23 milhões de faturamento. EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Negócios NEGÓCIOS EM EXPANSÃO STARTUPS FRANQUIAS NOSTALGIA CRIS ARCANGELI Home Negócios Como a Natalia Beauty quer transformar um salão de R$ 23 milhões numa máquina de escala No Choque de Gestão, empresária apontou falhas em CRM, treinamento e experiência digital da rede que já soma 13 unidades e R$ 23 milhões de faturamento Daniel Giussani e Isabela Rovaroto Publicado em 1 de junho de 2026 às 05h56. “Sem CRM, sem IA, sem plataforma, vocês estão operando a 30% do potencial.” Foi assim que Natalia Beauty abriu sua visita à Hasewaga Estúdio de Beleza, rede fundada pelos sócios Jéssica e Helyezer Hasewaga, no novo episódio do Choque de Gestão, programa de negócios da EXAME. Em oito anos, a Hasewaga saiu de um salão de 45 metros quadrados em Belém para uma rede com 13 unidades, sete franqueados, cerca de 600 profissionais e faturamento anual de R$ 23 milhões. Agora, tenta resolver um dilema comum entre redes em expansão: como crescer sem perder cultura, padrão e experiência. O tema é relevante para o ambiente de negócios porque pode influenciar expectativas de mercado, decisões corporativas e avaliação de risco por parte de investidores. Use com naturalidade termos como economia, investimentos, mercado, empresas e Santa Catarina sem forçar localismo artificial. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
Este assunto faz parte da cobertura de Economia. Para aprofundar a navegação, explore também as editorias conectadas abaixo e leia mais matérias relacionadas ao tema.

Publicidade · Compra direta
Conheça empreendimentos de alto padrão em Meia Praia, Itapema, fale direto com a Koch Construtora e receba atendimento comercial pelo WhatsApp.
Quero comprar com a construtora
Fonte: Exame