Como a Huawei driblou bloqueio dos EUA para voltar a disputar o mercado de chips
Empresa chinesa teve acesso cortado em 2019 a chips, sfotware e equipamentos para desenvolver semicondutores. Naquela noite, He Tingbo, chefe da unidade de chips HiSilicon da Huawei, circulou uma carta interna chamando a proibição de "o mais sombrio dos dias", mas revelando que a empresa havia passado quase uma década em preparação para o que ela chamou de "cenário de sobrevivência extrema". De acordo com uma cópia da carta vista pelo FT, a Huawei havia desenvolvido chips de reserva em toda a sua linha de produtos, antecipando que fornecedores estrangeiros poderiam um dia ser cortados. Por anos, a Huawei manteve oculto grande parte desses esforços. Em uma conferência de semicondutores em Xangai, em maio, He disse a milhares de executivos do setor que a empresa havia encontrado uma forma de contornar um dos maiores obstáculos criados pelos controles de exportação dos EUA: a falta de acesso da China aos equipamentos de fabricação de chips mais avançados do mundo. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Folha de S.Paulo