Como a disputa entre EUA e China travou um radiotelescópio na América do Sul
Receio dos EUA em relação à influência da China na América do Sul travou a construção do que seria o maior radiotelescópio da região. ?? Editar perfil Meu Olhar Sair Clube Olhar Digital Assine Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Notícias Vídeos Todos Especiais Ciência e Espaço Inteligência Artificial Pro Robótica Veículos e Tecnologia Fichas Técnicas Fichas Técnicas Comparar modelos Editorias Agronegócios Cinema e Streaming Curiosidades Games e Consoles Dicas e Tutoriais Internet e Redes Sociais Medicina e Saúde Olha isso! Produtos e Reviews Segurança e Privacidade Tira-dúvidas Ofertas Apostas Clube Olhar Digital Assine Ciência e Espaço Exploração Espacial Como a disputa entre EUA e China travou um radiotelescópio na América do Sul Receio dos EUA em relação à influência chinesa travou a construção do que seria o maior radiotelescópio da região Vitoria Lopes Gomez 11/05/2026 09:43 Projeto do radiotelescópio em San Juan, na Argentina - Imagem: Estação de Observação China-Argentina (NAOC) Compartilhe: No alto da Cordilheira dos Andes, uma das regiões mais privilegiadas do planeta para observação astronômica, um radiotelescópio chinês gigantesco segue parado, desmontado e sem operação. O equipamento, instalado no observatório Cesco, na província argentina de San Juan, virou peça central de uma disputa geopolítica entre Estados Unidos e China que agora se estende ao espaço e à ciência na América do Sul. O projeto foi desenvolvido em uma parceria entre a Universidade Nacional de San Juan e o Observatório Astronômico Nacional da China, e previa a construção do maior radiotelescópio da América do Sul. No entanto, após pressões diplomáticas americanas e problemas envolvendo a renovação do acordo bilateral, a iniciativa acabou interrompida. Segundo autoridades americanas, o temor é que estruturas científicas chinesas possam ser usadas para finalidades militares, incluindo rastreamento de satélites e comunicação espacial estratégica. A campanha de pressão teria começado ainda no governo Biden e continuado sob a administração Trump. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.
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Fonte: Olhar Digital