A expansão da produção de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil deu novos passos com duas grandes. Seu resumo inteligente do mundo tech! Assine a newsletter do Canaltech e receba notícias e reviews sobre tecnologia em primeira mão. E-mail inscreva-se Confirmo que li, aceito e concordo com os Termos de Uso e Política de Privacidade do Canaltech. Divulgação A expansão da produção de combustível sustentável de aviação (SAF) no Brasil deu novos passos com duas grandes iniciativas que prometem impulsionar o setor. Uma delas é a Honeywell, que vai fornecer tecnologias de processo e automação para a futura fábrica da Acelen Renováveis na Bahia, enquanto Bunge, Petrobras e Vibra lançaram o primeiro lote comercial de SAF produzido com soja brasileira certificada sob o padrão internacional da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO). A futura fábrica da Acelen Renováveis, na Bahia, vai usar um moderno sistema de refino desenvolvido pela Honeywell UOP em parceria com a italiana Eni. Chamado de Ecofining, o método modular acelera a construção da planta e reduz custos ao converter gorduras, óleos e graxas residuais em combustíveis limpos. Enquanto isso, a união entre Bunge, Petrobras e Vibra viabilizou 4.000 metros cúbicos de um novo combustível que utiliza óleo de soja de Mato Grosso coprocessado em uma refinaria no Rio de Janeiro. Com certificação internacional que garante o cultivo sustentável sem desmatamento, o lote inicial vai ser ofertado no Aeroporto do Galeão e promete abastecer cerca de 1.600 voos na ponte aérea Rio-São Paulo. A evolução do tema deve ser observada por seus possíveis efeitos sobre inovação, regulação, negócios e comportamento do mercado. Use com naturalidade termos como tecnologia, inovação, negócios digitais e impacto no mercado quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.