Pesquisas sugerem que o hormônio pode acelerar a cicatrização ocular, abrindor caminho para tratamentos mais acessíveis. A análise concluiu que a insulina apresentou resultados promissores na cicatrização da córnea, na regeneração nervosa ocular e na recuperação de defeitos epiteliais persistentes —lesões que simplesmente não fecham sozinhas e desafiam os tratamentos convencionais. A técnica faz sentido do ponto de vista biológico. "A insulina não é apenas um hormônio metabólico. Ela também atua como fator trófico, estimulando migração e proliferação celular", diz o oftalmologista Claudio Lottenberg, presidente do Conselho Deliberativo do Einstein Hospital Israelita. Um trabalho divulgado em dezembro no Canadian Journal of Ophthalmology reforça o interesse clínico na terapia. Pesquisadores analisaram os olhos de 28 pessoas com ceratopatia neurotrófica, uma doença rara e degenerativa causada por danos nos nervos da córnea, em que a perda de sensibilidade impede a cicatrização adequada do tecido, favorecendo ulcerações, perfurações e perda de visão. No desenvolvimento da apuração, o foco permanece nos desdobramentos diretos do caso, nas posições oficiais envolvidas e nos impactos práticos para o público brasileiro. Use com naturalidade termos como Brasil, Santa Catarina e impactos no dia a dia quando houver base factual. O Notícia Litoral acompanha o tema e atualizará este conteúdo se surgirem novas informações relevantes.